Licitação de Quiniela adiada no Paraguai
O presidente da Comissão Nacional de Jogos (Conajzar), Carlos Liseras, confirmou que a licitação para operar a quiniela em nível nacional, de acordo com a nova lei, será adiada devido à fusão em curso com a Diretoria Nacional da Receita Tributária (DNIT).
“Em janeiro deste ano, a lei foi modificada. Uma das principais inovações desta nova lei é a desmonopolização da loteria nacional”, afirmou Liseras.
O chefe da Conajzar afirmou que “três licenças para a loteria serão licitadas” e que, devido a atrasos administrativos, “a licença atual terá necessariamente que ser prorrogada por um período”.
“Estamos em meio à fusão com a DNIT, razão pela qual não tivemos tempo de realizar a licitação em andamento em tempo hábil”, disse ele.
Liseras enfatizou que a principal missão da instituição “é regular a exploração do jogo e controlar as operações clandestinas. Não se trata de arrecadar receitas”. No entanto, destacou os resultados alcançados: “Com todos os controles que implementamos desde que assumimos o cargo, estamos arrecadando US$ 9 milhões a mais”.
Em relação à abertura para três novos operadores, ele afirmou: “Agora, com três indivíduos ou entidades jurídicas desenvolvendo essa atividade, o ambiente de jogos será revolucionado; acreditamos que isso gerará um aumento na receita”. Ele acrescentou: “Com essa desmonopolização, acreditamos que a receita aumentará ainda mais”.
O presidente da Conajzar também anunciou outra mudança em análise na nova regulamentação: "Com a nova lei, departamentos com mais de 250,000 mil habitantes poderão ser considerados para licenciamento de cassinos", afirmou.
No mês passado, Conajzar anunciou Abertura do processo de licitação para a operação da quiniela em nível nacional, que a partir de 2026 será conduzida por até três empresas. O edital surge cinco anos após a última concessão, outorgada em 2020 à empresa Tecnologias Desenvolvimento do Paraguai S.A. (TDP), que recebeu a licença para operar o jogo com exclusividade em todo o Paraguai.
