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A plataforma da Frogo protege a margem sem prejudicar os jogadores reais.

Antes de sua participação na ICE Barcelona, ​​a Frogo explica como sua plataforma protege a margem de lucro sem prejudicar os participantes reais do mercado.

Frogo na ICE Barcelona - Estande 1G30
Frogo na ICE Barcelona - Estande 1G30

A plataforma da Frogo analisa padrões de comportamento do jogador, impressões digitais do dispositivo e múltiplas contas, constrói conexões gráficas entre contas e dispositivos e aplica modelos de IA que reduzem fraudes não detectadas sem aumentar os falsos positivos.

De US$ 21 a mais de US$ 1,095 é o que um único caso de fraude não detectado no setor de jogos online pode custar. Geralmente, o processo se desenrola da seguinte forma: uma conta passa pelas verificações de registro e bônus sem levantar suspeitas. O usuário faz um depósito, recebe uma oferta de boas-vindas e começa a jogar normalmente.

Sem alertas, nada suspeito. Alguns dias depois, contas semelhantes aparecem. O comportamento delas segue os mesmos padrões, a mesma lógica, muitas vezes até os mesmos dispositivos. Elas também passam em todas as verificações, recebem bônus e continuam jogando normalmente.

O sistema os trata como usuários legítimos. Os bônus são gastos. Depósitos feitos com cartões roubados não são recuperados. O suporte processa os chamados, mas não encontra indícios claros de fraude. Os relatórios permanecem limpos – sem estornos, sem erros de sistema. Semanas depois, a equipe começa a notar uma queda na margem de lucro.

O ROI fica abaixo do esperado, o LTV deixa de estar alinhado e a economia de bônus começa a falhar. Nesse ponto, a origem do problema já não é óbvia, porque a fraude parecia uma atividade normal o tempo todo. Isso é um Falso Negativo (FN) – em grande escala.

É assim que se forma um prejuízo que varia de US$ 21 a mais de US$ 1,095 por caso não resolvido. Não se trata de um evento isolado, mas de uma série deles: depósitos roubados, bônus e promoções que imediatamente entram no vermelho, custos operacionais com revisões manuais e suporte e – o mais importante – perda de margem e distorção das métricas de ROI e LTV.

A questão crucial é que a fraude não detectada raramente é um incidente isolado. Se uma conta for lesada, outras serão. Duas. Dez. Cinquenta ou mais. Todas sem que alertas ou estornos apareçam nos relatórios. Os prejuízos se acumulam silenciosamente, mas de forma consistente.

É por isso que fraudes não detectadas costumam afetar os negócios mais do que estornos. Um estorno representa uma perda fixa e visível – desagradável, mas previsível. Já as fraudes que passam despercebidas prejudicam simultaneamente a economia das promoções, os pagamentos, a estratégia de bônus e as análises de qualidade do tráfego. Elas não parecem um erro até se tornarem um problema sistêmico.

Nesse contexto, o combate à fraude não se resume mais a regras rígidas ou bloqueios em massa. O verdadeiro desafio é proteger a margem de lucro sem prejudicar os jogadores legítimos. Essa é a lógica por trás do Frogo.

A plataforma analisa padrões de comportamento do jogador, impressões digitais de dispositivos e contas múltiplas, constrói conexões gráficas entre contas e dispositivos e aplica modelos de IA que reduzem fraudes não detectadas sem aumentar os falsos positivos. Tudo funciona em tempo real e se adapta a cada marca, localização geográfica e tipo de tráfego.

O tráfego está se tornando mais complexo. A fraude está se tornando mais silenciosa e sistemática. E quando essas perdas ocultas não são controladas, a empresa paga por elas todos os dias – diretamente da margem de lucro.

Se FN for relevante para você, Encontre a equipe da Frogo pessoalmente na ICE Barcelona. De 19 a 21 de janeiro, estande 1G30.

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