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A Coljuegos cria cadastro para importadores e distribuidores de máquinas caça-níqueis na Colômbia.

A Coljuegos cria cadastro para importadores e distribuidores de máquinas caça-níqueis na Colômbia.

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ColgamesA Comissão Nacional de Jogos de Azar da Colômbia (CNGA), órgão regulador de jogos de azar do país, criou o Registro Único de Importadores e Comercializadores (RIC) para controlar a importação de máquinas caça-níqueis e combater a ilegalidade na Colômbia.

Importadores e distribuidores terão 45 dias corridos para se registrar no RIC.

Na Colômbia, existem cerca de 110,000 máquinas caça-níqueis autorizadas pela Coljuegos. A partir de 2026, as máquinas caça-níqueis eletrônicas deverão ser registradas antes de serem importadas para o país. De acordo com um comunicado de imprensa da Coljuegos, isso permitirá “monitorar o destino desses dispositivos de jogos e impedir que sejam adquiridos por estruturas que operam sem autorização”.

Nesse sentido, a Coljuegos emitiu a Resolução 8594 de 2025, que criou o Cadastro Único de Importadores e Distribuidores (RIC). A medida visa fortalecer o controle sobre a entrada e a venda de máquinas caça-níqueis eletrônicas.

Marco Emilio Hincapié RamírezO presidente da Coljuegos destacou que essa regulamentação era aguardada há muito tempo pelo setor de jogos de azar na Colômbia.

“A criação do RIC é fundamental para controlar a importação e a comercialização de máquinas caça-níqueis que entram no país e para fechar as portas à ilegalidade que prejudica as receitas do setor da saúde”, afirmou.

“É importante destacar que as importações de METS (máquinas caça-níqueis) ultrapassaram US$ 22.5 milhões em 2024, refletindo a magnitude do mercado e a urgência de reforçar a fiscalização”, disse Hincapié.

Consequentemente, os importadores e distribuidores terão 45 dias corridos para se registrarem no RIC, contados a partir da publicação da Resolução 20260001234, de 26 de janeiro de 2026.

O processo deve ser realizado através do formulário disponível no site da Coljuegos. Além disso, 10 dias após a nacionalização da mercadoria, os importadores devem informar à agência o destino de cada elemento de jogo.

“Este processo será realizado em coordenação com a Direção Nacional de Impostos e Alfândegas, DIA“O que permitirá validar as importações de máquinas caça-níqueis e seus componentes, garantindo que todos os equipamentos em operação no país sejam devidamente controlados e que os recursos cheguem efetivamente ao sistema público de saúde”, concluiu Hincapié.

A notícia surge na sequência de uma grande operação nacional. No final de janeiro, a Coljuegos anunciou a destruição de 11,788 itens sem autorização legal para operar. Segundo um comunicado da Coljuegos, esse número recorde “reforça o compromisso da entidade em proteger as receitas destinadas ao sistema de previdência social do país”.

A agência procedeu à desativação e destruição de 673 itens, incluindo máquinas caça-níqueis que não estavam conectadas aos sistemas de controle da autoridade.

A agência também destruiu módulos de apostas esportivas, terminais usados ​​para aceitar apostas em plataformas não autorizadas, bem como elementos de bingo que burlavam o pagamento dos direitos de exploração.

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